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Sexta-feira santa – Prepare-se para comer bem

A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.
Sendo assim, por que não aproveitar a Semana Santa e usar esse dia para comer um pratinho diferente?
Opções não faltam!
Confira essa Receita de bacalhau m vídeo:
Nesse período a Torta Capixaba, a maior vedete da culinária do meu amado estado entra em cena, arrebatando a paixão e a preferência dos capixabas na hora de fazer a abstinência de carne vermelha.
Confira uma deliciosa receita de torta capixaba:

500g de palmito natural previamente cozido
200g de siri desfiado e cozido
200g de caranguejo desfiado e cozido
200g de camarão cozido
200g de ostra cozida
200g de sururu cozido
200g de badejo desfiado e cozido
500g de bacalhau desfiado e cozido
Dica: para cozinhar todos os ingredientes, deve-se fazer uma moqueca individual para cada um e retirar o caldo, deixando-os o mais seco possível
Modo de preparo
Prepare um refogado com cebolas, alho, pimenta, azeite doce, azeitonas e limão. Leve ao fogo com palmito natural e espere até desaparecer a água e ganhar consistência. Junta-se, depois de limpos, desfiados, cozidos e espremidos, os ingredientes acima, mexendo até a água secar.
Retire para esfriar um pouco e misture uma parte da espuma de seis claras em neve com as gemas. Quando se adicionarem os temperos aos mariscos, deve-se colocar o bacalhau para enxugar e dar liga à massa.
Cozinham-se à parte seis ovos (para enfeitar o prato), junto com a azeitona e algumas rodelas de cebola branca. A massa deve ser posta em uma panela de barro e decorada por cima com as cebolas, ovos e azeitonas. Quando a espuma em cima da torta estiver corada, a torta está pronta para ser servida.
Rendimento: seis pessoas.

Bom apetite!
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(para 6 pessoas)
Ingredientes
1,5kg de peixe fresco (robalo, badejo, papa-terra, ou namorado)
3 maços de coentro
3 maços de cebolinha verde
2 cebolas brancas (pequenas)
3 dentes de alho
4 tomates
3 limões
azeite de oliva
sementes de urucum
pimenta-malagueta
óleo de soja ou algodão
sal fino
Modo de fazer:
Limpe bem o peixe, corte-o em postas de 5cm de largura, lave com limão e deixe-o em uma vasilha com água de sal fraca. Separe a cabeça para preparo do pirão.
Soque juntos o alho e o sal.
Em uma panela de barro (grande), coloque um pouco de óleo de soja ou de algodão (duas colheres) e azeite de oliva (uma colher) e adicione a massa obtida no socador, passando-a no seu fundo.
Retire as postas de peixe da vasilha com água e sal. Vire as postas de um lado para outro na panela, arrumando de modo que não fiquem umas por cima das outras.
Corte o coentro, o tomate e a cebola e coloque nesta ordem por cima das postas de peixe que estão na panela. Regue com azeite e suco de limão.

À parte, frite em um pouco de óleo quente uma colher (sopa) de sementes de urucum, depois de fritas, retire-as. Na hora de levar ao fogo para cozinhar, despeje um pouco deste óleo por cima do peixe, para dar cor. Quando começar a abrir a fervura, verifique o sal. Não ponha água, não vire as postas e cozinhe com a panela bem tampada. Vá verificando o paladar do sal e do limão. Deixe no fogo forte por 20 a 25 minutos. Balance de vez em quando a panela com auxilio de um pedaço de pano grosso para que as postas de peixe não agarrem no fundo. Quando for à mesa, salpique coentro picadinho.
Como complementos da moqueca capixaba, são indispensáveis o arroz branco, o pirão e o molho. Vamos ao preparo:
Pirão
Use os mesmos temperos da moqueca, reduzindo-os à metade. Aproveite a cabeça do peixe ou uma das postas, previamente separada para este fim. Proceda da mesma forma, desta vez adicionando de três a quatro copos de água ao peixe. Quando estiver cozido, escorra e o desfie. Junte o peixe ao caldo novamente, deixe ferver e quando estiver no ponto máximo de fervura, vá jogando a farinha de mandioca, lentamente para não embolar, mexendo aos poucos com um garfo. Pronto o pirão, corte o coentro, e espalhe por cima antes de servir.
Molho
Amasse seis pimentas-malaguetas no suco de dois limões e três colheres de vinagre de boa categoria. Corte uma cebola em fatias bem finas, fazendo o mesmo com o coentro e as cebolinhas, misturando tudo à medida que for regando com o azeite. Se o molho ficar muito picante, coloque um pouco de água.
Fonte: Governo do Estado do Espírito Santo
Experimentem!
É uma delícia!
A escolha de um restaurante

Para a descoberta de um restaurante, há conselhos que a experiência ensina e o bom senso repete. Como há muito se diz, se conselho fosse bom não se dava, se vendia, mas de qualquer forma, aqui vão alguns deles, conseguidos numa rápida pesquisa com clientes apaixonados por restaurantes capixabas:
Se você estiver dirigindo numa estrada, pare no restaurante onde houver o maior número de caminhões ao redor. Os motoristas de caminhões é que sabem das coisas. O ovo menos passado a ferro, a cerveja menos quente. Entre, sente-se e olhe para o que estão comendo. Peça a mesma coisa. Pode ir ao banheiro com relativa segurança. Os toaletes de estrada são mil vezes mais limpos que muitos que você encontra por aí.
Mas se você está na cidade. Sem folhetos, sem guias, sem informações. Duas regras são fundamentais para agradar seu estômago, e, você deve optar por uma delas. Alimentar-se antes que tenha apetite. Ou desenvolver a fome, até que coma qualquer estrogonofe de boteco e ache uma delícia!
Antes de pedir seu prato, peça calmamente licença e vá até o banheiro. Dê uma olhada, tanto no banheiro, quanto na cozinha. Em geral são tão próximos que intercambiam seus odores. Veja a limpeza de um e do outro. Se não agradar, volte, conte uma mentirinha e desapareça dali.
Se o local for aprovado no teste inicial. Ao voltar do banheiro, olhe discretamente as unhas do garçom, os cabelos, a barba. Unhas sujas e o clássico cabelo na comida eliminam o restaurante na hora. Não se esqueça de olhar a toalha. É importantíssimo.
O garçom traz a parafernália. Olhe-a: pratos, talheres, guardanapos. São limpos como os da casa da mamãe?
Logicamente, não se esqueça do mais importante: o sabor da comida. Ele é tudo!



