Posts filed under ‘Filme’
Thin – Documentário sobre anorexia
“Thin” é um documentário que fornece uma janela para o complicado e difícil processo de tratamento, a cultura da reabilitação e a experiência de lutar contra uma desordem alimentar.

O resultado é uma jornada emocional rica em experiências que permite um maior entendimento da complexidade das desordens alimentares: que elas não são simplesmente sobre comida, imagem corporal ou auto-estima; mas um emaranhado de razões pessoais, familiares, culturais e de saúde mental.
Thin revela os rostos e as histórias por trás das estatísticas dessa crescente desordem através de depoimentos pessoais de 19 residentes de diversas idades e experiências de vida, registros jornalísticos e ensaios de especialistas na área dos distúrbios alimentares.
Título: “Thin” (“magra”)
Diretora: Lauren Greenfield
Assista a esse excelente documentário:
Primeira parte:
Segunda parte:
Terceira parte:
Quarta parte:
Quinta parte:
Sexta parte:
Sétima parte:
Oitava parte:
Nona parte:
Décima parte:
Décima primeira parte:
Décima segunda parte:
Décima terceira parte:
Última parte:
Fonte: Site oficial Thin
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Hora do recreio – Hora de comer bem
Estômago – O filme
O filme Estômago é uma excelente pedida para quem curte um bom cinema!
Ele narra a história da ascensão e queda do cozinheiro Raimundo Nonato, que possui dotes muito especiais e sob a aparência de comédia satírica, oferece uma reflexão crítica sobre as diferentes camadas sociais.

Assista ao trailler do filme:
Trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder.

Na vida há os que devoram e os que são devorados. Esse cozinheiro descobriu um caminho à parte: ele cozinha. E é nas cozinhas de um boteco, de um restaurante italiano e de uma prisão que Nonato vive sua intrigante história. Ele aprende as regras da sociedade dos que devoram ou são devorados. Regras que ele usa a seu favor, porque mesmo os cozinheiros têm direito a comer sua parte. E eles sabem, mais do que ninguém, qual é a melhor.

Uma fábula nada infantil sobre o poder, o sexo e a culinária.
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Pipoca e cinema
Canibalismo
Você já pensou em comer alguém?
Não, não é no sentido sexual da palavra. É no sentido literal de ingerir, mesmo.

O canibalismo é o ato de comer carne humana. Normalmente, é realizado em certos rituais de caráter religioso ou mágico. Quase sempre é realizado para que quem tenha se alimentado dos restos mortais de um indivíduo, adquira suas características.

Uma história das mais famosas ocorreu em 1972. Um avião da Força Aérea do Uruguai, que transportava a Seleção de Rúgbi, caiu na Cordilheira dos Andes. Apenas 16 pessoas se salvaram. O estoque de alimentos a bordo acabou rapidamente e o único forma encontrado pelo grupo para sobreviver foi comer aos corpos dos colegas mortos.
O canibalismo é largamente explorado pela indústria do cinema. É um tema que sempre atrai público e renda para as bilheterias.
Assista a cena cenas de um dos filmes mais famosos que tratam do canibalismo. Hannibal – A origem do mal:
Por favor, não me venham nem pensar em comer carne humana – Este ato também é conhecido como antropofagia -.
Lembro-lhes que isso é crime!

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The Muppets Show – O chef de cozinha

Assista ao engraçadíssimo Chef Sueco tentando prepara um guisado de esquilo:
The Muppets Show teve sua produção iniciada em 1975, rapidamente eles conquistaram o mundo. Contavam sempre em seu programa com alguma personalidade ilustre.
O Show dos Muppets mostrava as dificuldades de um grupo de artistas em realizar o show, que mostrava variedades semanais. Guerra de egos, desorganização, o dono do teatro e uma infame dupla de críticos eram os obstáculos encarados pela trupe.

Eles tinham um excepcional humor. Espetíssimo. Além de uma sensibilidade crítica fora de série. Em um dos episódios Caco realiza um número musical anti racista, ele cantou “não é fácil ser verde”.
O Chef sueco, Caco, Miss Piggy, Gonzo, Doutor dentes, Scooter, Rowlf, formam a super equipe. Não deixando de fora o fanástico e inesquecível Animal!

Ficamos na esperança de que um dia a televisão volte a produzir programas tão interessantes como foi Muppets Show.
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Ratatouille: o ratinho cozinheiro

Chegou esta semana às locadoras a animação Ratatouille. Depois de assistir a mais este excelente filme da Pixar, observei que a cada dia os desenhos não estão mais sendo feitos para as crianças, e sim para os adultos.
A estória é sobre Remy, um rato que vive na cidade de Paris e tem o sonho de um dia se tornar um grande chef. Só que sua família não concorda com seus planos, além do fato óbvio que vai contra seus desejos: ele é um rato. Sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que ele fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.
Assista ao trailler do filme:
O nome do filme foi inspirado num dos pratos mais famosos do mediterrâneo. Um refogado com muitos dos ingredientes típicos dessa cozinha, como o azeite de oliva, berinjela, pimentão, abobrinha, cebola e alho.
O mais legal de Ratatouille é que ele mostra que qualquer um pode cozinhar. Basta dedicação!

Veja aqui a receita de Ratatouille, com dicas do blog Saul Galvão
O alimento que se transforma em lixo

As feiras livres são locais onde se vê claramente o desperdício de alimentos. Nesses ambientes, misturam-se restos alimentícios pelo chão e pessoas famintas, sendo, muitas dessas, crianças. No final da feira, momento conhecido como xepa, essas pessoas disputam entre si as sobras de lixo e material orgânico, enquanto os funcionários da limpeza recolhem o material nos caminhões de lixo.
“Aqui na feira não tem jeito. Com o calor, os alimentos acabam estragando. Tudo vai parar no lixo, mas, mesmo assim, sempre tem gente que aproveita esses restos”, diz o feirante Alexandre Damasceno Silva.

Ilha da Flores, documentário realizado em 1989, retrata a trajetória de um tomate: da sua plantação, até ser jogado fora. Aborda com perfeição a dinâmica do desperdício de alimentos. Um vídeo brilhante!
Assista ao vídeo Ilha das Flores:
Parte 1:
Parte 2:
Receitas em vídeo
Estava eu pesquisando uns vídeos no Youtube quando, de repente, deparei-me com uma receita em vídeo. Estava pensando se o meu querido Cai de boca não estaria ficando obsoleto por quase não postar nada que una meus textos com o audiovisual, no máximo me arrisco a uma imagem ou outra. Espero que não. Mas prometo me esforçar para trabalhar mais com essa junção de vídeos e textos.Seguem uns vídeos que achei interessante ou, pelo menos, são engraçados:
Receita ligth
Receita alcóolica
Receita de macarrão
Receita de macarrão – II
Pipoca e cinema
A pergunta já se tornou quase que idiota, mas ainda há uma insistência em se fazê-la. Na porta do cinema um grupo de amigos espera ansioso ao início do filme, e lá vem mais uma vez aquela velha perguntinha que já tem resposta padrão. “O que vamos comer?” A resposta vem sempre em coro “PIPOCA!”
Sempre se associa pipoca com filme. No cinema, a primeira coisa que sentimos é aquele cheirinho da pipoca, inconfundível. E, nada melhor do que assistir a um filme se deliciando com pipoca. É uma combinação mais que perfeita! Afinal, é um alimento simples e rápido de se fazer e bem fácil de comer, você não precisa estar atento ao saco de pipocas e pode comer sem tirar os olhos do filme. Fora que, dependendo da fome, dura quase o filme todo, e é ótima para os momentos de tensão e suspense. Comer pipoca no cinema ou vendo um filme em casa é um hábito muito comum em vários lugares do mundo.
Mas, ainda resta a pergunta, por que esta ligação se mantém?
Não se sabe quando, nem o porquê, mas a pipoca está intrinsecamente ligada ao imaginário das salas de cinema. Ela é mais antiga que qualquer cinema: os povos ameríndios do continente americano já sabiam como despoletar a explosiva química do milho através de panelas cheias de areia quente.
A estudante Tatiana Candeia da Silva, cinéfila e consumidora de pipoca, acredita que seu consumo se tornou uma tradição nas sessões de cinema, um arquétipo. E completa, “eu acho que não há nada que combine melhor com cinema”.
Aquele milho estourado faz parte do ritual do cinema, porque, mais que um alimento, aquilo é um símbolo, faz parte da tradição. E o significado deste símbolo é tão fugaz e necessário quanto seu sabor: em última instância, representa o prazer do cinema. Ou seja, mastigar pipoca no cinema é manter viva uma tradição.
Nação Fast Food – O filme

Nação Fast Food, estreou no país na semana passada, mas como já é de costume da indústria cinematográfica nacional ainda não há previsão de sua exibição em terras capixabas. O filme, drama do versátil Richard Linklater, é baseado no best-seller de 2001 do jornalista Eric Schlosser, lá ele realiza uma obra de não-ficção abordando como tema a indústria de alimentos industrializados.
O filme faz lembrar o documentário Super size me – A dieta do palhaço, no entanto, as diferenças se fazem quanto ao tipo de abordagem dos diretores, pois no documentário tem seu foco no valor nutricional dos alimentos servidos em grandes redes de fast food. Já em Nação Fast Food, busca-se uma reflexão introspectiva dos hábitos alimentares industrializados
Nação Fast Food, é uma ficção que se desenrola num cenário em que um executivo, ao investigar a contaminação de hambúrgueres de sua empresa por bactérias, dá de cara com uma cadeia produtiva que se insere num campo de podridão. Num matadouro infecto explora imigrantes ilegais, em seguidas há um show de imagens indigestas de bois sendo dilacerados.
Críticas sobre o filme:
Assista ao trailler do flime:

