“Thin” é um documentário que fornece uma janela para o complicado e difícil processo de tratamento, a cultura da reabilitação e a experiência de lutar contra uma desordem alimentar.
O resultado é uma jornada emocional rica em experiências que permite um maior entendimento da complexidade das desordens alimentares: que elas não são simplesmente sobre comida, imagem corporal ou auto-estima; mas um emaranhado de razões pessoais, familiares, culturais e de saúde mental. Thin revela os rostos e as histórias por trás das estatísticas dessa crescente desordem através de depoimentos pessoais de 19 residentes de diversas idades e experiências de vida, registros jornalísticos e ensaios de especialistas na área dos distúrbios alimentares.
Título: “Thin” (“magra”)
Diretora: Lauren Greenfield
Assista a esse excelente documentário:
Primeira parte:
Você conhece coisa mais gostosa que a comida brasileira?
A mistura das tradições indígenas, européias e africanas nos deu uma variedade incontável de delícias para se esbaldar. Sei da importância dos índios e europeus na culinária, mas uma das contribuições mais importantes aos nossos hábitos alimentares, foi aquela que veio da África, trazida pelos escravos. Se os comerciantes de escravos traziam as especiarias, os escravos traziam na memória os usos e os gostos de sua terra. Era aí que estava o segredo.
Assista ao vídeo do restaurante Mama áfrica, que trabalha com culinária afro-brasileira:
Os escravos não tinham uma alimentação farta. Comiam os restos que os seus senhores lhes destinavam. Os ingredientes nobres, o preparo requintado e as maneiras européias à mesa aconteciam na casa grande. Enquanto isso, a cozinha negra se desenvolvia na senzala, em tachos de ferro.
Hoje em dia, os pratos e os temperos da cozinha negra fazem parte da nossa alimentação. São saboreados no dia-a-dia e também nas festas populares. Os caldos, extraídos dos alimentos assados, misturados com farinha de mandioca (o pirão) ou com farinha de milho (o angu), são uma herança dos africanos. O azeite de dendê também foi um dos ingredientes mais importantes da culinária negra. É ele que dá a cor, o sabor e o aroma de tantas receitas deliciosas como o caruru, o vatapá e o acarajé.
Para terminar, não se posso deixar de mencionar um dos pratos favoritos do país, e meu: a feijoada. Enquanto as melhores carnes iam para a mesa dos senhores, os escravos ficavam com as sobras: pés e orelhas de porco, lingüiça, carne-seca, eram misturados com feijão e cozidos num grande caldeirão.
Você pensa que já experimentou todas as variações do menu do Mac Donald’s?
Conheça essas que nunca nem passaram pela sua cabeça que existiam:
Na Índia, não há Big Macs, porque a religião condena o consumo de carne.
No entanto, eles têm a Maharaja Mac, que é um Big Mac feita de carne de frango. Há também um almoço vegetariano, o McAloo Tikki.
Os apaixonados por peixes da Noruega, têm o McLaks, um sanduíche feito de salmão grelhado e molho dill.
Que inveja dos alemães. Lá eles tem a opção de pedir o seu McDonald’s com Cerveja!
Em algumas partes do Canadá, têm um jantar com lagosta o McLobster lagosta roll. Perdoa-me – “McHomard” (em francês).
Japão o Mac Donald’s se reinventa. Eles têm: Ebi Filet-O (camarão hambúrgueres), Koroke Burger (puré de batata, couve e molho katsu, todos em um sanduíche), Ebi-Chiki (camarão pepitas) Chá Verde e com as características do milkshake!
No Chile, você pode se lambuzar, não com catchup, mas com uma pasta de abacate!
Na Costa Rica, sem nenhum problema, você pode pedir um Gallo Pinto, com o significado de arroz e feijão.
Em Hong Kong o arroz é a paixão do lugar, tem – obviamente – Rice Burgers, onde os hambúrgueres estão em segundo plano. O que domina o meio do pão é a arroz.
No Uruguai, eles têm a McHuevo, que é como um hambúrguer normal, mas é coberta com um ovo.
Que as cozinhas dos grandes restaurantes pelo mundo são dominadas pelos grandes chefs, isso é mais do que notório. E, que esse chefs são de sexo masculino, isso é quase que uma regra.
As desculpas para toda essa exclusão são diversas e sempre infundadas: a mulher não tem a aptidão física para a atividade de chef; alguém tinha que cuidar da casa e da educação das criaças e as mesmas não tinham a habilidade para gerenciar grandes cozinhas com uma infinidade de sous-chefs e ajudantes.
No entanto, essa realidade tem se alterado. As mulheres estão deixando de ser apenas os chefs de nossos lares, a chef mamãe, e assumindo a cozinha de grandes restaurantes pelo mundo. Estão lutando e conseguindo seu lugar de direito em também serem chefs!
Quer viajar? É, é dessa viagem mesmo que você acabou de pensar que estamos falando.
Por que não utilizar elementos da natureza para isso? Vamos lá!
Uma boa dica é preparar um chazinho de cogumelos. O preparo é bem simples e não leva muito tempo. Mas, o chá não deve ser preparado com qualquer cogumelo, pode-se utilizar os das espécies Psilocybe e Amanita. As substâncias psicoativas extraídas desses fungos alucinógenos garantem a sua viagem!
Mas aí vem a grande pergunta. Como se faz chá de cogumelos?
Para sua satisfação, segue abaixo uma receita de chá de cogumelos:
Há pessoas que tomam o cogumelo com vinho, mas vinho é um luxo. No entanto, vamos pelo mais fácil, com água mesmo. O gosto não é lá muito agradável de qualquer maneira, mas o efeito é incomparável.
Ferva no mínimo 40 e no máximo 60 cogumelos por litro de vinho – ou água. Tome um copo americano que é o suficiente:
1 copo desses de requeijão. Vazio, evidente.
1 litro de água (ou vinho)
40 a 60 cogumelos frescos
Coloque tudo numa panela, cozinhe até ferver.
Só beba o líquido. Não vá se empolgar e comer o cogumelo.
Boa viagem!
Assista a vídeos do músico Ventania, que compôs sobre o tema chá de cogumelos:
Cogumelo azul:
Feche seus olhos. Imagine um mundo onde sem os deliciosos pratos que são preparados com carne. Imaginou? Eu, sinceramente, não! Para mim é algo inimaginável, mas para muitos seria a visão do paraíso. Os vegetarianos estão entre nós, e devemos saber reconhece-los para não passar por situações desagradáveis, como levar um fora de uma mulher por convidá-la para ir a uma churrascaria sem saber que ela é vegetariana.
O vegetariano, pessoa que elimina de seu cardápio o consumo de carne, faz essa opção por diversos fatores, que vão, desde a escolha por uma vida mais saudável, até por compaixão pelos animais.
Há inúmeros benefícios para quem opta por esse estilo de dieta, tais como: controle de peso, redução do risco de doença do coração, melhora a disposição física e energia e muitas outras vantagens. No entanto, infelizmente, eu não consigo viver sem minha amada carne. É um amor muito forte!
Assita ao vídeo “Razões para ser vegetariano”:
O vegetarianismo se classifica em mais de uma subdivisão, que é determinada de acordo com o grau de restrição ao consumo de alimentos:
- Ovo-lacto-vegetarianos são pessoas que consomem ovos, leite e derivados.
- Lacto-vegetarianos consomem leite e derivados.
- Vegans ou vegetarinos puros não consomem nenhum produto que tenha origem animal. E isso se estende as roupas, pois, se negam a usar peças de lã, couro ou cosméticos que contenham ligações com animais.
Este cãozinho que você mantém como um deus em sua casa, gasta rios e rios de dinheiro para mantê-lo com pêlo impecável, a ração que compra para ele é, muitas vezes, o item mais caro da compra. Bem, esse seu tão amado animalzinho poderia ter um destino muito diferente se tivesse nascido do outro lado do continente. Muitas nações orientais se alimentam de cães, paises como: China, Vietnã e Coréia.
Eles comem cachorro porque, segundo sua cultura, isso os torna mais viris. No entanto, com a internacionalização e a crescente inserção desses paises países na economia mundial, esse hábito está cada vez mais raro.
Segue uma deliciosa receita de ensopado de cachorro retirada do blog Remonstrante:
Ingredientes
3 quilos de carne de cachorro.
1 copo de vinagre
6 colheres de sal
50 gramas de pimenta do reino, moído grosso
3 copos de molho de tomate (OPCIONAL: 3 tomates cortados em cubos, para enriquecer o ensopado)
4 cebolas grandes picadas
2 litros e meio de água (mais se você deseja um caldo mais leve, menos se mais grosso.)
4 cenouras cortadas em rodelas
3 batatas cozidas cortadas em quartos
2 cabeças de alho moído
meio abacaxi cortado em cubos
1 ½ tablete knorr de fígado bovino
Molho Tabasco a vontade (pra mim, quanto mais, melhor!)
Modo de preparo
Estando morto o cão, queime-o com fogo para tirar o pêlo, e enquanto ele ainda estiver quente comece a desmembrá-lo e descascar sua pele (uma boa faca e algumas dicas de qualquer açougueiro e você estará pronto. Corte a carne de sua preferência (a minha sendo as ancas posteriores) em cubos de 2 a 3 centímetros. Deixe a carne marinar numa mistura de vinagre, pimenta do reino, sal e alho por duas horas.
Frite a carne numa grande panela junto com as cebolas, e vá adicionando as cebolas, as cenouras e os pimentões (agora seria um bom momento para colocar os tomates – ah, esqueçam o opcional lá em cima e coloquem mesmo tomates, ficará um primor). Por último, ponha os pedacinhos de abacaxi para garantir aquele exótico sabor tropical que todo mundo ama. Misture até tudo estar dourado e emanando um cheiro celestial.
Adicione então o molho de tomate, a água fervente e o knorr de fígado, comece a misturar, e quando toda a panela começar a ferver, cubra-a, baixe o fogo, e deixe o cozinhar por mais uns quinze minutos. Destampe, tempere a gosto com tabasco, ou qualquer outro tempero de sua preferência, e sirva com arroz (de preferência integral, mas branco também serve.)
O Jantar está servido!
Assita a um vídeo onde cães são os ingredientes do tradicional prato:
Hoje, fiquei surpreso com a pergunta de uma amiga. “Por que você escreve sobre culinária? Isso é assunto de mulher”.
Perguntei-me se aquilo era verdade. Ainda existem pessoas com um pensamento tão preconceituoso assim? Ao que me parece, infelizmente sim!
Há muitos e muitos homens que se destacam mais do que as mulheres numa cozinha, as receitas preparadas são deliciosas, e, quase sempre, mais elaboradas que a delas. Os grandes Chefs são, quase sempre, homens.
Isso acontece, porque a cozinha para o homem é vista como um prazer, já para a mulher, a visão de uma cozinha lembra quase a de uma prisão. O fogão é visto como um inimigo do sexo feminino, ela sofre com a imposição da família e da sociedade. Ela tem o dever de saber cozinhar, e bem! Já para o homem, o local não passa, muitas vezes, de um passatempo. Torna-se um local para lazer.
Dados:
-60% dos compradores de livros de luxo de gastronomia são homens
-90% dos fogões italianos da marca Ilve, vendidos no Brasil a 70 000 reais cada um, são comprados por homensCarnes especiais e azeites importados são as extravagâncias dos homens nos supermercados, já a das mulheres, são os cosméticos
-60% dos alunos de culinária chique são do sexo masculino
-12 das 20 unidades de um empreendimento imobiliário carioca em que a cozinha é o cômodo de maior importância foram compradas por homens sozinhos